Texto e fotos: Denise Ushisima
No dia 2 de junho, o 2 em 1 recebeu o conselheiro amoroso Leonardo Pessoa.
Ele afirmou que sabe do que está falando quando dá seus conselhos, pois trabalha com isso há quatro anos. “Vemos muitas pessoas fazendo coisas esquisitas ao conhecer gente nova, então abrimos uma empresa pra ajudar.”
O Sam, claro, quis saber o que ele quis dizer com “coisas esquisitas”. “As pessoas fazem coisas esquisitas ao interagir com outros. O que leva uma pessoa a sair de casa na sexta-feira à noite, chega numa menina e perguntar se ela gosta de estrelas?” Aparentemente Gislaine já recebeu uma cantada dessas. Sabe a continuação dessa cantada? “Porque conheço um motel que é cinco estrelas.” Gislaine achou essa cantada a cara do Fuzil e afirmou que a continuação da cantada que recebeu sobre estrelas foi mais criativa.
Aproveitando a presença de um conselheiro amoroso profissional, a ouvinte Aline Souza quis saber se vale a pena esperar por alguém que ela gosta e que diz gostar dela também, mas que no momento não pode namorar e quer que ela espere ele terminar a faculdade (daqui a quatro anos). “Não”, declarou Leonardo. “Segue a sua vida”. Como diz a Gi, a fila anda.
O Sam também quis um conselho do Leonardo: o que fazer quando ela te manda calar a boca e depois reclama que você não fala nada? “Se acostume com essa dualidade, pois isso não vai mudar.”
O Caio Braga contou que um primo dele, sentindo a pressão para casar e reclamando que a namorada é muito grudenta, decidiu terminar o relacionamento. Arrependido, ele voltou com a namorada, mas continua não querendo casar. Ele quer continuar com a garota, mas ela afirmou que só vai continuar com ele se casarem. “Acho que ele tem que colocar tudo na balança pra ver o que ele realmente quer e conversar com ela.”
Cléber quis saber como saber a diferença entre paixão e amor, já que no início do namoro tudo é lindo e maravilhoso e isso nem sempre continua depois de dois meses. “Nada como o tempo pra dizer”, afirmou o conselheiro. “Realmente dois meses é muito pouco pra falar algo tão denso como ‘eu te amo’ e coisas do tipo.”
A Michelle quis saber do Leonardo se os homens traem porque é genético ou por safadeza, quem trai mais e se os parceiros o procuram mais do que as parceiras. “Usar o fator genético como desculpa pra mim é safadeza. Estou inclinado a dizer que os homens traem mais, só que acho que hoje em dia isso está bem igual. Já os parceiros não me procuram muito. Geralmente quem me procura está interessado em algo novo, um novo relacionamento.”
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